A ex-ministra
RACISTA da Casa Civil GLEISI HELENA HOFFMANN, casada com o também RACISTA, ministro da
Comunicações Paulo Bernardo, solicitei a ambos os ministros um apoio ou outro e
qualquer tipo ou forma de ajuda para a produção e a veiculação de um programa
MULTIRRACIAL ou INTER-RACIAL denominado Cultura em Preto & Branco para a
INCLUSÃO dos Brasileiros NEGROS no contexto social através da
Cultura.
Nenhum destes dois
ministros RACISTAS, casados nunca responderam esta minha solicitação nem por
"EDUCAÇÃO, com uma simples palavra de 3 (três) letras: SIM ou NÃO, mostrando e
demonstrando que "ESTÃO SE LIXANDO".
Eu já sabia
de que a GLEISI HELENA HOFFMANN,
descendente de alemã,
carrega na origem / raiz do seu DNA, uma verdadeira OJERIZA contra os
NEGROS.
Apesar do
programa ter como tema central / principal a INCLUSÃO dos jovens no contexto social através da ARTE,
do TALENTO, da CRIATIVIDADE, da RELIGIOSIDADE, da EDUCAÇÃO, da CULTURA,
da CIDADANIA, etc., nada disso infelizmente tocou no coração "alemão" desta
ex-ministra da Casa Civil GLEISI HELENA HOFFMANN com aquele seu sorriso
carismático / debochado, com aquela sua voz suave delicada / FALSA, esconde uma
mulher RACISTA ENRUSTIDA.
Assim
sendo...
J. Reis
Dualibi
---------- Mensagem encaminhada
----------
De: J.Reis Dualibi <jdualibi@superig.com.br>
Data: 11 de junho de 2011 10:49
Assunto: AJUDA E APOIO: PROGRAMA CULTURA EM PRETO & BRANCO
Para: gabinetecasacivil@planalto.gov.br
Assim sendo, solicito caso seja possível, se existe alguma possibilidade um apoio outra e qualquer forma de ajuda para que interceda junto a estatal TV BRASIL para a produção e veiculação semanal do referido programa em questão.
Cada vez mais, no Brasil, existem debates para combater o preconceito
e o racismo, que realmente é um mal que precisa ser eliminado. Fala-se no dia da
consciência negra e nas atividades de inclusão, mas a discriminação e o
desrespeito ainda fazem parte da sociedade. O tema "miscigenação" é muito
falado, mas o que se esconde por trás desse discurso é uma cultura que atualiza
o racismo.
ONU aponta racismo "persistente" no
Brasil MARCELO NINIO
De: J.Reis Dualibi <jdualibi@superig.com.br>
Data: 11 de junho de 2011 10:49
Assunto: AJUDA E APOIO: PROGRAMA CULTURA EM PRETO & BRANCO
Para: gabinetecasacivil@planalto.gov.br
Á
CASA
CIVIL
Palácio do
Planalto - 4° andar
Brasília -
DF
CEP:
70150-900
Tel.: - (61)
3411-1221
Exma. Senhora
Ministra-Chefe da Casa Civil
GLEISI HELENA
HOFFMANN
Sou um dos mais
de 80 milhões de Brasileiros NEGROS quando somos LEITORES, CONSUMIDORES,
TELESPECTADORES e principalmente ELEITORES, etc., mas os nossos DIREITOS CIVIS
não são respeitados, assim como a LIBERDADE DE EXPRESSÃO nem através de um
programa de televisão no Brasil.
Tenho uma idéia / rascunho, que está no papel, de um
programa MULTIRRACIAL ou INTER-RACIAL denominado, provisoriamente de CULTURA EM
PRETO & BRANCO.
Como a Senhora Ministra GLEISI HELENA HOFFMANN, sabe
muito bem, "NÃO TEM NO BRASIL", qualquer tipo ou forma de programa para a
INCLUSÃO dos Brasileiros NEGROS no contexto social através da Cultura, apesar de
sermos mais de 80 milhões, somos
INVISÍVEIS.
O CULTURA EM PRETO & BRANCO será o primeiro programa
musical com entrevistas e variedades com a participação de TODAS as etnias
formadoras da Nação brasileira, dando um enfoque especial aos Brasileiros NEGROS
formadores de opinião, para que sejam um exemplo de luta, determinação e
vitória, para os jovens adolescentes, principalmente os
NEGROS.
Assim sendo, solicito caso seja possível, se existe alguma possibilidade um apoio outra e qualquer forma de ajuda para que interceda junto a estatal TV BRASIL para a produção e veiculação semanal do referido programa em questão.
No aguardo de qualquer tipo ou forma de resposta da
Exma. Senhora Ministra da Casa Civil GLEISI HELENA HOFFMANN, seja ela positiva
ou negativa.
RespeitosamenteJosé Reis Dualibi
ONU proclama 2011 como Ano Internacional para
Afro-Descendentes
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque.* 10/12/2010
As Nações
Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova Iorque, o Ano Internacional para
Descendentes de Africanos.
Em
mensagem à Assembleia-Geral, Ban Ki-moon diz que o evento pretende reforçar o
compromisso político para erradicar a discriminação.
As
Nações Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova York, o Ano Internacional para
Descendentes de Africanos.
Erradicar a
discriminação
Num discurso, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon explicou o objetivo do
evento, que será marcado em 2011.
Diversidade
Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais.
Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais.
Numa entrevista à Rádio ONU, de Cabo Verde, antes do lançamento, o
historiador guineense Leopoldo Amado, falou sobre a importância de se conhecer
as origens africanas ao comentar o trabalho feito com quilombolas no
Brasil.
Dimensão
"Esses novos quilombolas têm efetivamente o objetivo primordial de fortalecer linhas de contato. No fundo restituir-se. Restituir linhas de contatos, restituir aquilo que foi de alguma forma quebrada, aquilo que foi de alguma forma confiscada dos africanos, que é a possibilidade de reestabelecer a ligação natural entre aqueles que residem em África, que continuam a residir em África e a dimensão diaspórica deste mesmo resgate. A dimensão diaspórica da África é efetivamente larga e grande", disse.
"Esses novos quilombolas têm efetivamente o objetivo primordial de fortalecer linhas de contato. No fundo restituir-se. Restituir linhas de contatos, restituir aquilo que foi de alguma forma quebrada, aquilo que foi de alguma forma confiscada dos africanos, que é a possibilidade de reestabelecer a ligação natural entre aqueles que residem em África, que continuam a residir em África e a dimensão diaspórica deste mesmo resgate. A dimensão diaspórica da África é efetivamente larga e grande", disse.
Ban lembrou que pessoas de origem africana estão entre as que mais sofrem
com o racismo, além de ter negados seus direitos básicos à saúde de qualidade e
educação.
Declaração de
Durban
A
comunidade internacional já afirmou que o tráfico transatlântico de escravos foi
uma tragédia apavorante não apenas por causa das barbáries cometidas, mas pelo
desrespeito à humanidade.
O
Secretário-Geral finalizou a mensagem sobre o Ano Internacional para os
Descendentes de Africanos, lembrando a Declaração de Durban e o Programa de Ação
que pede a governos para assegurar a integração total de afro-descedentes em
todos os aspectos da sociedade.
FONTE: Site da ONU
Apresentação: Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova
Iorque.
13/12/10
- 15h01
Publicado Por: Bruna Gavioli
Publicado Por: Bruna Gavioli
Brasil precisa combater o racismo e o preconceito
Fala-se no dia da consciência negra, mas o desrespeito ainda faz parte da
sociedade.
Jornal
de Serviço
Oliveira Andrade
Oliveira Andrade
Em entrevista à Rádio Jovem Pan, a pedagoga Luciana Alves
revelou que o racismo é comum na sociedade brasileira há muitos anos. Para a
pedagoga, o modo como o debate sobre o assunto vem se configurando nas escolas
deixa de lado uma questão muito importante: o papel do branco na perpetuação do
racismo. Segundo Luciana, a melhor forma de não atualizar a discriminação nas
salas de aula é colocar o tema “branquitude” em pauta.
Segundo a pedagoga, “como existe pouca reflexão a respeito do
que significa ser branco na sociedade brasileira, o negro se torna o foco das
relações raciais no país. Quando na verdade o tema 'relações' implica em mais de
um grupo racial”.
Clique no link e ouça a entrevista completa.
Parceria visa combater preconceito e racismo
Com o objetivo de ampliar a divulgação da recente lei estadual
nº 14.187 – que prevê punição a empresas e pessoas físicas que pratiquem
discriminação racial –, a Defensoria Pública e a Secretaria de Justiça do Estado
de São Paulo assinaram ontem, um termo de cooperação técnica no combate ao
racismo e preconceito.
Os documentos foram assinados pelo Secretário Ricardo Dias
Leme e pela defensora pública geral, Daniela Solberger Cembranelli, no auditório
da Secretaria de Justiça, na Capital.
As denúncias serão acolhidas pelo Núcleo Especializado de
Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito, que também ficará incumbida por
instaurar protestos e punir responsáveis com multa, que para empresas podem
chegar a R$ 147.780,00.
Conquista
Na opinião da defensora pública Maíra Coraci Diniz,
coordenadora do Núcleo, a parceria firmada foi uma grande conquista para a
sociedade.
Ela acredita que as pessoas se sintam encorajadas para
denunciar casos de preconceito. “Essa lei é mais um instrumento de combate à
discriminação e foi uma reivindicação do movimento negro, que vem assistindo ao
sucesso da implementação de medidas de combate à discriminação de portadores de
AIDS e homofobia”.
FONTE: Jornal A Tribuna
de 17 de dezembro de 2010
Brasil é
violento, corrupto e racista, segundo relatório da
ONU
Agência Estado - 26/02/08 - 17:11
-
ONU aponta racismo "persistente" no
Brasil MARCELO NINIO
da Folha de S.Paulo, em Genebra - 27/02/2008
- 07h16
Governo admite existência de tortura e de racismo no Brasil
da Folha de S.Paulo, em Brasília - 28/02/2008 - 10h31Para secretário-geral da ANISTIA INTERNACIONMAL
Brasil deve pôr a casa em ordem se aspira a Conselho da ONU, diz Anistia
Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro
| 27/04/2011
17:15
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