sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A RACISTA GLEISI HELENA HOFFMANN MINISTRA-CHEFE DA CASA CIVIL: NEGA E RENEGA A INCLUSÃO DOS NEGROS BRASILEIROS


 
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A ex-ministra RACISTA da Casa Civil GLEISI HELENA HOFFMANN, casada com o também RACISTA,  ministro da Comunicações Paulo Bernardo, solicitei a ambos os ministros um apoio ou outro e qualquer tipo ou forma de ajuda para a produção e a veiculação de um programa MULTIRRACIAL ou INTER-RACIAL denominado Cultura em Preto & Branco para a INCLUSÃO dos Brasileiros NEGROS no contexto social através da Cultura.
 
Nenhum destes dois ministros RACISTAS, casados nunca responderam esta minha solicitação nem por "EDUCAÇÃO, com uma simples palavra de 3 (três) letras: SIM ou NÃO, mostrando e demonstrando que "ESTÃO SE LIXANDO".
 
Eu já sabia de que a GLEISI HELENA HOFFMANN, descendente de alemã, carrega na origem / raiz do seu DNA, uma verdadeira OJERIZA contra os NEGROS.
 
Apesar do programa ter como tema central / principal a INCLUSÃO dos jovens no contexto social através da ARTE, do TALENTO, da CRIATIVIDADE, da RELIGIOSIDADE, da EDUCAÇÃO, da CULTURA, da CIDADANIA, etc.,  nada disso infelizmente tocou no coração "alemão" desta ex-ministra da Casa Civil GLEISI HELENA HOFFMANN com aquele seu sorriso carismático / debochado, com aquela sua voz suave delicada / FALSA, esconde uma mulher RACISTA ENRUSTIDA.
 
Assim sendo...
J. Reis Dualibi



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: J.Reis Dualibi <jdualibi@superig.com.br>
Data: 11 de junho de 2011 10:49
Assunto: AJUDA E APOIO: PROGRAMA CULTURA EM PRETO & BRANCO
Para:
gabinetecasacivil@planalto.gov.br
 

 
 
Á
CASA CIVIL
Palácio do Planalto - 4° andar
Brasília - DF
CEP: 70150-900
Tel.: - (61) 3411-1221
 
 
 
Exma. Senhora Ministra-Chefe da Casa Civil
         GLEISI HELENA HOFFMANN
 
 
 
 
Sou um dos mais de 80 milhões de Brasileiros NEGROS quando somos LEITORES, CONSUMIDORES, TELESPECTADORES e principalmente ELEITORES, etc., mas os nossos DIREITOS CIVIS não são respeitados, assim como a LIBERDADE DE EXPRESSÃO nem através de um programa de televisão no Brasil.
 
Tenho uma idéia / rascunho, que está no papel, de um programa MULTIRRACIAL ou INTER-RACIAL denominado, provisoriamente de CULTURA EM PRETO & BRANCO.
 
Como a Senhora Ministra GLEISI HELENA HOFFMANN, sabe muito bem, "NÃO TEM NO BRASIL", qualquer tipo ou forma de programa para a INCLUSÃO dos Brasileiros NEGROS no contexto social através da Cultura, apesar de sermos mais de 80 milhões, somos INVISÍVEIS.
 
O CULTURA EM PRETO & BRANCO será o primeiro programa musical com entrevistas e variedades com a participação de TODAS as etnias formadoras da Nação brasileira, dando um enfoque especial aos Brasileiros NEGROS formadores de opinião, para que sejam um exemplo de luta, determinação e vitória, para os jovens adolescentes, principalmente os NEGROS.

Assim sendo, solicito caso seja possível, se existe alguma possibilidade um apoio outra e qualquer forma de ajuda para que interceda junto a estatal TV BRASIL para a produção e veiculação semanal do referido programa em questão. 
No aguardo de qualquer tipo ou forma de resposta da Exma. Senhora Ministra da Casa Civil GLEISI HELENA HOFFMANN, seja ela positiva ou negativa.
 
Respeitosamente
José Reis Dualibi
 
 
 
ONU proclama 2011 como Ano Internacional para Afro-Descendentes

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque.* 10/12/2010
As Nações Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova Iorque, o Ano Internacional para Descendentes de Africanos.
Em mensagem à Assembleia-Geral, Ban Ki-moon diz que o evento pretende reforçar o compromisso político para erradicar a discriminação.
As Nações Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova York, o Ano Internacional para Descendentes de Africanos.
Erradicar a discriminação
Num discurso, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon explicou o objetivo do evento, que será marcado em 2011.
Diversidade
Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais.
Numa entrevista à Rádio ONU, de Cabo Verde, antes do lançamento, o historiador guineense Leopoldo Amado, falou sobre a importância de se conhecer as origens africanas ao comentar o trabalho feito com quilombolas no Brasil.
Dimensão

"Esses novos quilombolas têm efetivamente o objetivo primordial de fortalecer linhas de contato. No fundo restituir-se. Restituir linhas de contatos, restituir aquilo que foi de alguma forma quebrada, aquilo que foi de alguma forma confiscada dos africanos, que é a possibilidade de reestabelecer a ligação natural entre aqueles que residem em África, que continuam a residir em África e a dimensão diaspórica deste mesmo resgate. A dimensão diaspórica da África é efetivamente larga e grande", disse.
Ban lembrou que pessoas de origem africana estão entre as que mais sofrem com o racismo, além de ter negados seus direitos básicos à saúde de qualidade e educação.
Declaração de Durban
A comunidade internacional já afirmou que o tráfico transatlântico de escravos foi uma tragédia apavorante não apenas por causa das barbáries cometidas, mas pelo desrespeito à humanidade.
O Secretário-Geral finalizou a mensagem sobre o Ano Internacional para os Descendentes de Africanos, lembrando a Declaração de Durban e o Programa de Ação que pede a governos para assegurar a integração total de afro-descedentes em todos os aspectos da sociedade.
FONTE: Site da ONU
Apresentação: Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

13/12/10 - 15h01
Publicado Por: Bruna Gavioli
Brasil precisa combater o racismo e o preconceito
Fala-se no dia da consciência negra, mas o desrespeito ainda faz parte da sociedade.
Jornal de Serviço
Oliveira Andrade
jovempan.gifCada vez mais, no Brasil, existem debates para combater o preconceito e o racismo, que realmente é um mal que precisa ser eliminado. Fala-se no dia da consciência negra e nas atividades de inclusão, mas a discriminação e o desrespeito ainda fazem parte da sociedade. O tema "miscigenação" é muito falado, mas o que se esconde por trás desse discurso é uma cultura que atualiza o racismo.
Em entrevista à Rádio Jovem Pan, a pedagoga Luciana Alves revelou que o racismo é comum na sociedade brasileira há muitos anos. Para a pedagoga, o modo como o debate sobre o assunto vem se configurando nas escolas deixa de lado uma questão muito importante: o papel do branco na perpetuação do racismo. Segundo Luciana, a melhor forma de não atualizar a discriminação nas salas de aula é colocar o tema “branquitude” em pauta.
Segundo a pedagoga, “como existe pouca reflexão a respeito do que significa ser branco na sociedade brasileira, o negro se torna o foco das relações raciais no país. Quando na verdade o tema 'relações' implica em mais de um grupo racial”.
Clique no link e ouça a entrevista completa.
Parceria visa combater preconceito e racismo
Com o objetivo de ampliar a divulgação da recente lei estadual nº 14.187 – que prevê punição a empresas e pessoas físicas que pratiquem discriminação racial –, a Defensoria Pública e a Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo assinaram ontem, um termo de cooperação técnica no combate ao racismo e preconceito.
Os documentos foram assinados pelo Secretário Ricardo Dias Leme e pela defensora pública geral, Daniela Solberger Cembranelli, no auditório da Secretaria de Justiça, na Capital.
As denúncias serão acolhidas pelo Núcleo Especializado de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito, que também ficará incumbida por instaurar protestos e punir responsáveis com multa, que para empresas podem chegar a R$ 147.780,00.
Conquista
Na opinião da defensora pública Maíra Coraci Diniz, coordenadora do Núcleo, a parceria firmada foi uma grande conquista para a sociedade.
Ela acredita que as pessoas se sintam encorajadas para denunciar casos de preconceito. “Essa lei é mais um instrumento de combate à discriminação e foi uma reivindicação do movimento negro, que vem assistindo ao sucesso da implementação de medidas de combate à discriminação de portadores de AIDS e homofobia”.
FONTE: Jornal A Tribuna de 17 de dezembro de 2010


 
 
Brasil é violento, corrupto e racista, segundo relatório da ONU
Agência Estado - 26/02/08 - 17:11 -

ONU aponta racismo "persistente" no Brasil MARCELO NINIO
da Folha de S.Paulo, em Genebra - 27/02/2008 - 07h16 


 

Governo admite existência de tortura e de racismo no Brasil

da Folha de S.Paulo, em Brasília - 28/02/2008 - 10h31 


Para secretário-geral da ANISTIA INTERNACIONMAL

Brasil deve pôr a casa em ordem se aspira a Conselho da ONU, diz Anistia

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro | 27/04/2011 17:15
 
 
 
 
                               

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